terça-feira, 12 de maio de 2015

De atletas para atletas

Realiza-se no próximo dia 24 de Maio, pelas 10h45m, o 1º Grande Prémio de Atletismo Clube Pedro Pessoa Escola de Atletismo (CPPEA).
Além da prova principal de 10 Km, irão realizar-se também várias provas de escalões jovens.
Todas as provas serão disputadas na Pista Municipal da Sobreda (e arredores).

As inscrições são gratuitas excepto para a prova principal. O valor da inscrição é de 5€ (ou 7€ após 15 de Maio) que revertem para apoio às actividades da Escolinha de Atletismo.

Para mais informações basta seguir este link.

Sendo um evento à porta de casa não podia falhar, ainda para mais organizado pela escola de atletismo do Pedro Pessoa, grande atleta que muito tem feito pelo atletismo.


Deixo aqui a minha colaboração na divulgação deste evento que se espera de muito sucesso e continuidade.
Depois digo como correu. 

Fui...

Percurso da prova principal.


quarta-feira, 6 de maio de 2015

34ª Corrida 1º de Maio (passando pelo 25 de Abril)

Quase na meta no 25 de Abril.
Depois do passeio de 23 Km's na 38ª Corrida da Liberdade (ida e volta da Pontinha), voltei à competição na Corrida 1º Maio.
O objectivo era andar perto do meu melhor para a distância, feito na Corrida dos Sinos de 2014, e aguentar a Av. Almirante Reis da melhor forma possível.

Começo lento na volta à pista do Estádio do Inatel e só já no exterior tento impor o meu ritmo. Depois do 1º Km ligeiramente acima dos 5' /Km consigo encostar nos 4'20'' /Km, ritmo que se manteria até ao inicio da subida da Av. Almirante Reis. E nem mesmo os túneis da Av. República ou a descida do Saldanha ao Rossio me fizeram variar muito o ritmo.

(foto: Miguel Baptista)
No retorno, numa Praça do Comércio bem composta de público a apoiar, começavam as dificuldades.
Apesar de não parecer, a Rua da Prata é ligeiramente a subir e o empedrado na Praça da Figueira acaba por criar dificuldades extra. Depois é a entrada no Martim Moniz, também com algum apoio popular, e o inicio da subida, Almirante Reia acima.

Nesta fase tentei fazer o melhor ritmo possível, num misto entre tentar subir rápido o suficiente e não desgastar em demasia para os 3 Km's finais, ainda com algum desnível positivo. Consegui subir os cerca de 3 Km's da avenida em cima dos 5' /Km e fiquei ainda com um bom "stock" energético para os restantes 3 Km's.
Aqui começaram as contas ao tempo final. Iria dar à justa para baixar os 70 minutos e iria ser esse o foco até final.

Bem acompanhado?
(foto: M_F_Borges Runners Photos)
Depois de uma ligeira recuperação, entrei na Av. de Roma já em crescendo para entrar no último quilómetro já num "forcing" final. 
Entrei forte no estádio e ainda fiz os 250 metros na pista perto dos 4' /Km.

Terminei com 1h09m24s, média de 4'38'' /Km, conseguindo entrar no mesmo minuto do meu melhor tempo.
Só já em casa verifiquei que tinha melhorado o meu melhor tempo em 17 segundos. NICE! :)

Por curiosidade, o meu melhor tempo em 15 Km's está abaixo de 1h08m feito numa meia-maratona. Mas, para mim, os tempos são feitos em prova da distância em questão e não em provas de outra distância ou treinos. Como tal, é este que conta.


Venha a próxima!
Fui...






segunda-feira, 20 de abril de 2015

Dos Sinos à Luz - No bom caminho...

33ª Corrida dos Sinos

Depois de uma semana de treino algo desgastante, fui até Mafra para a 33ª edição da Corrida dos Sinos. 
A evolução pós-Sevilha tem sido notória e os resultados começam a aparecer. Assim sendo, o objectivo para esta prova era encostar nos 4'30'' /Km até dar. Sabia que não deveria conseguir fazer toda a prova com esta média mas iria apontar para isso.

Após um aquecimento que de aquecimento só teve mesmo o nome, foi dada a partida.
Inicio já num ritmo razoável, mesmo sendo a subir. Os 4'46'' do primeiro quilómetro e os 4'30'' do segundo fizeram-me pensar num desgaste prematuro mas o inicio da descida à saída do Convento de Mafra ajudou a recuperar e a estabilizar a respiração, sem comprometer o ritmo.

Daqui até ao Km 9 não houve grande história. O ritmo manteve-se dentro do previsto e sem desgaste anormal. Só o calor já apertava... e de que maneira.
Depois do retorno temos o "bom-bom", cerca de 4 Km's quase sempre a subir. Este ano agravado com o calor e o vento frontal. Perdi ritmo, força e a companhia, mas não a motivação. Dentro do possível lá fui subindo, sempre pensando que, no final da subida voltaria ao ritmo ideal. Puro engano.

Quando a subida começou a dar tréguas já não havia pernas para muito mais. Consegui manter o ritmo perto dos 5'00'' /Km até à descida final.
Entrada no parque desportivo abaixo dos 4'00'' /Km e um forcing final já na pista para terminar com 1h11m46s e média de 4'46'' /Km. Cansadito mas contente com a prestação.

Boa organização como é hábito.


10ª Corrida do Benfica António Leitão

O aquecimento da armada amarela!

Esta semana foi bem mais calma. O objectivo era tentar fazer a 10º Corrida do Benfica perto do meu melhor, sabendo que o momento de forma ainda não é o ideal e as várias subidas podiam fazer mossa.
Ambiente fantástico com muitos Vicentes à partida. Bom aquecimento como gosto e partida dada.
Apesar de não haver caixas de partida por tempos, este ano foram colocadas umas placas "limitadoras" com a indicação dos tempos previstos para a prova. Mas isto serve mesmo para quê?

Apesar do inicio rápido, foi extremamente desgastante o "ziguezaguear" constante que durou até perto dos 2 Km's, altura em que entrámos na Av. Lusíada. Além de ser bastante larga também é a subir, o que ajudou a esticar o pelotão e a facilitar as ultrapassagens. 

Até à entrada para as garagens do Estádio da Luz, o ritmo médio rondou os 4'20'' /Km.
Depois de entrarmos nas garagens começava o verdadeiro teste à gestão do ritmo. Sem GPS seriam as pernas e a cabeça a tentarem manter o ritmo dentro do previsto, sem abrandar nem acelerar em excesso.

Passagem no interior do Estádio da Luz, momento mágico e único, e não só para benfiquistas.
A partir dos 5 Km's voltava a ter ritmo certo no GPS. Estava a sentir-me bem mas não sabia se teria vacilado no ritmo nos 2 Km's anteriores.

Pouco depois iniciava-se o ataque à Av. Cidade de Praga. São cerca de 1,250m a subir.
E, surpreendentemente, subi bem. Senti-me bem, sempre a puxar, a sentir o esforço mas sem perder muito ritmo. A média a subir foi de 4'40'' /Km.

A subir...
(foto: José Silva)
Cheguei o final da subida com força. Não me tinha desgastado de uma forma exagerada e ainda tinha energia para mais. 
Mantive a entrega e a descida fez o resto, média de 4'10'' /Km, e ataque aos últimos 2 Km's.
Novamente o viaduto sob a 2ª circular a "roubar" o sinal de GPS, mas desta feita não importava muito. Era dar tudo até ao final.

Perto da placa dos 9 Km's o relógio marcava 40 minutos. Teoricamente iria baixar dos 45 minutos no final mas depois penso em tudo, "a placa estará correcta?" e "vou conseguir manter o ritmo na subida?". Sim, uma subida, a célebre subida, nada agradável já no último quilómetro com perto de 250 metros.
Mas subi bem, forte, até entrar no perímetro do estádio, descer a rampa das piscinas e atacar os últimos 200 metros.

Já quase no limite olho para o relógio, 44m30s. Ia ser à justa e a meta nunca mais chegava. Acelero
um pouco mais, corto a meta e desligo o relógio... 44m59s. 
Se por um lado fico satisfeito pelo dever cumprido, por outro lado penso qual seria o tempo de chip, aquele que conta mesmo.
E contou, tempo final de 44m57s, média bem em cima dos 4'30'' /Km. Objectivo cumprido, apesar de estar convicto e mentalizado que não o iria atingir. 

Fiquei radiante, soube mesmo a PBT, pela forma física actual e por todas as dificuldade do percurso.

A organização esteve bem, ao nível dos anos anteriores, mas cortarem um dos abastecimentos não me parece nada de bom tom, ainda para mais numa prova que, na minha opinião, é cara. E além da prova e da t-shirt técnica Adidas "à Benfica", pouco mais oferece. Pobrezinha...

Fui...

CORRER LISBOA





quarta-feira, 25 de março de 2015

25ª Meia-Maratona de Lisboa

Mais um ano que estive para não ir mas mais um ano que ganhei a inscrição num concurso, desta vez na EDP. E fui.

Este ano a logística foi diferente para pior e pela primeira vez tive que usar os transportes públicos para chegar à linha de partida. Isto aliado a 3 horas de sono não abonava muito a meu favor.
A primeira surpresa foi o acesso à praça da portagem onde não havia sequer vestígios da confusão habitual, pelo menos quando cheguei.

Alguns dos muitos "Vicentes" presentes.

Depois das fotos da praxe com alguns dos muitos "Vicentes" presentes, fomos para a zona da partida. Ainda faltava pouco mais de uma hora para o tiro e ficámos bem posicionados. 
Claro que o aquecimento nem vê-lo, como habitual, mas a "cobioada" com o pessoal ajudou a passar o tempo.

A mancha amarela no inicio da
descida para Alcântara.
(foto: JN Multimédia)
Como perdi alguma da condição física na recuperação pós-Sevilha, não iria sequer tentar encostar na 1h34m que é o meu melhor tempo, até porque na Corrida das Lezírias tive o aviso que ainda estou longe desse ideal. O objectivo era baixar a 1h45m, facilitado por um grupo previamente combinado.

O inicio, como é hábito, foi estranho. Arranque a frio em ritmos bem vivos, parece que está tudo bem mas de repente parece que acaba o gás. Depois são algumas boas centenas de metros para voltar a estabilizar. 
O grupo ia bem composto, em bom ritmo, e rapidamente chegámos aos cruzamentos que tanto gosto com o pessoal já no retorno.

Até ao Km 13 não houve grande história mas a partir daqui começaram a haver algumas quebras. Nesta altura o grupo partiu, uns continuaram no ritmo proposto e eu optei por ficar a ajudar os que ficaram. Não tinha objectivo para esta prova e só fiz o que também já fizeram por mim.

Na meta.
Entre fases de corrida e de quase caminhada fomos fazendo os quilómetros que faltavam.
Já no Km 19 aparece o Bruno. Tinha partido num ritmo mais modesto mas já ali estava. Fui com ele, dando a força possível para um bom tempo final. Deixei-o no inicio da recta da meta e fiquei à espera do restante pessoal. Fizemos a recta final para acabarmos como começámos, juntos e de sorriso na cara.

O tempo final, desta feita de menor importância, ficou-se pela 1h49m57m.

Não vou bater no ceguinho no que diz respeito a todos os prós e contras desta prova. Da minha parte sei que não pago para ir a esta prova e mesmo oferecida dá que pensar. Mas gosto, adoro, o período entre o tiro de partida e a linha de meta. 
Também acho que, ano após ano, os problemas que tantos se queixam são quase sempre os mesmos. e eu não sou excepção. Como tal, se decido ir, encaro estas questões como "normais" e tento não me chatear com isso nem vir queixar-me depois.
Mas uma coisa é certa, muitos dos problemas que muitos falam eram resolvidos com mais educação, civismo e respeito pelo próximo, não sendo responsabilidade dos organizadores. E fico-me por aqui...

(foto: Mafalda Lima)
Fotos Correr Lisboa:
Álbum 1
Álbum 2
Álbum 3
Álbum 4





E domingo há a festa do 2º aniversário do Correr Lisboa. Vejam o programa aqui e apareçam, não vão arrepender-se.

Fui...



sexta-feira, 20 de março de 2015

Já nasceu o MOVE BONUS!


E o que é o Move Bonus?

O Move Bonus é um projecto que nasce no seguimento do Run Bonus e que premeia quem faz desporto. Mas se o Run Bonus estava focado quase exclusivamente na corrida e nos quilómetros efectuados, o Move Bonus abrange toda a área desportiva já que, além dos quilómetros corridos, também pode contabilizar as calorias gastas ou os passos dados.


Para isso, basta que seja usada uma aplicação de telemóvel ou um relógio desportivo e depois sincronizar no site. Os pontos atribuídos poderão ser usados em descontos na aquisição de produtos ou em acções de solidariedade.


O lançamento foi no passado dia 18 de Março, quarta-feira, no Food Guru, na presença de vários convidados, parceiros e atletas.
Podem ver as fotos do cocktail de lançamento aqui.

E agora vamos a isso, sair do sofá e ganhar!

Fui...