Quando, em Abril de 2013, anunciei aqui a oficialização dos BIP-BIP RUNNERS, éramos cerca de 10 elementos. A estes viriam a juntar-se mais alguns num grupo de amigos cada vez maior.
Claro que, apesar de todas as questões relacionadas com uma equipa desportiva, não somos uma equipa à séria. Não fazemos exigências nem pedimos obrigações e cada um faz a sua própria gestão atlética. No fundo continuamos um grupo de amigos que correm, como e quando querem e podem.
No entanto, por vários motivos, o grupo tem vindo a perder dinâmica e dimensão. Alguns elementos saíram do pais, outros têm estado parados (ou quase) e outros ainda que, por uma ou outra razão, estão mais afastados do grupo ou, até mesmo, ligados a outros grupos.
Como é lógico, não havendo obrigações, nada disto é anormal.
No final do ano passado tivemos (eu e a Carla) alguns convites de amigos que nos levou a equacionar a possibilidade de também nos juntarmos a outro grupo de corrida.
E se, inicialmente, seria algo para encarar com naturalidade e tranquilidade, essa tranquilidade foi "abalada" na altura em que esses convites foram multiplicados por vários grupos de corrida.
Resolvemos então equacionar todos os prós e contras e aceitámos o convite do CORRER LISBOA.
Lamentavelmente não podíamos aceitar todos os convites que nos foram feitos mas o que muda é só a camisola, a amizade continua intocável.
Resumindo, os Bip-Bip Runners mantêm-se tal como até aqui mas não estranhem quando nos virem por aí de "Vicente" ao peito.
E a estreia é já no próximo domingo no GP Fim da Europa.
Boas corridas a todos e saúdinha da boa!!!
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
Resumo de 2013
Pois é, lá vem o habitual resumo do ano. Faz parte...
Posso considerar 2013 como o ano da afirmação. Depois do
início em 2010 só para perder quilos, um 2011 com algumas lesões e um 2012 com
muito “rolar”, 2013 foi rotulado, logo após a Maratona em Dezembro de 2012,
como sendo o ano para levar isto um pouco mais a sério. Eram precisos mais
quilómetros e mais quilómetros com qualidade.
Foi um ano de evolução, evolução física e mental, com
reflexos imediatos nos tempos de prova. Consegui melhorar todos os meus tempos,
10 km, 15 km, meia-maratona e maratona.
Só se mantém o ligeiro amargo de ainda não ter baixado os 75
minutos aos 15 Km.
Com excepção da Maratona, foi o ano de afirmação dos tempos Sub
5:00 /Km. E aos 10 Km já é mesmo Sub 4:30 /Km.
Foi também o ano da Maratona. Como escrevi na altura “Não foi a 1ª mas foi a Nº1”.
A ausência de lesões também ajudou a não perder a forma. Em
Fevereiro próximo faz 2 anos que não tenho uma lesão impeditiva de treinar.
Sabemos que as lesões aparecem do nada e quando menos
esperamos, mas não será coincidência o facto de ter evoluído também na técnica
de corrida. Ainda não está perfeito mas vai no bom caminho.
Os números:
Contagem: 182 Treinos + 29 Provas
Distância: 2.265,72 km
Hora: 213:05:26 h:m:s
Ganho de elevação: 23.697 m
Veloc. média: 10,6 km/h
RC méd.: 147 bpm
Calorias: 183.235 C
Para 2014 espero continuar a evolução, sabendo que o limite
deverá estar perto.
Conto fazer mais uma maratona (talvez duas), cimentar o Sub-45
aos 10 Km e chegar o mais perto possível da 1h35m à meia-maratona. Vamos ver...
Boas corridas e saúdinha da boa!!!
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
As minhas São Silvestres (ou o “triplete” 46)
Se a minha primeira presença na São Silvestre da Amadora estava agendada
já há um ano, só mais recentemente decidi estar presente na São Silvestre de
Lisboa. A presença na São Silvestre dos Olivais foi-me oferecida na véspera.
Era um desafio interessante, três provas em quatro dias. E
ainda com um treino de 10 Km no dia de “descanso”.
Em resumo:
6ª São Silvestre de
Lisboa
Decidi fazer o melhor possível para encostar nos 45 minutos.
Começo sempre difícil, com muita gente, o que quase que
inviabiliza qualquer esperança de bons tempos quando esses tempos estão bem em
cima do nosso limite físico actual. O que se perde no início dificilmente se
recupera.
Começo perto do marcador dos 45 minutos, que ia lento. Só
perto dos 4 Km’s consegui passá-lo em definitivo. Até aos 7 Km’s fui perto do
objectivo que caiu por terra no início da subida da Av. da Liberdade. Nada que
me surpreendesse, já contava com isso.
Subi como pude e desci rapidamente confortável.
Tempo final de 46m08s.
Organização à altura da festa excepto um “bengaleiro” muito
mal organizado. A organização já reconheceu o erro e prometeu resolvê-lo na próxima
edição.
25ª São Silvestre dos
Olivais
Esta caiu-me no colo na véspera. Sem estar prevista iria
fazer o que as pernas deixassem. Estranhamente, depois da São Silvestre de
Lisboa dois dias antes e mais um treino de 10 Km’s na véspera, as pernas não se
queixavam.
Apesar da dificuldade elevada do percurso, com três ou
quatro subidas difíceis, consegui manter o ritmo médio perto dos 4:40 min/Km até
ao fim.
Tempo final de 46m50s.
Organização sem reparos.
39ª São Silvestre da
Amadora
Se a condição física e a disponibilidade o permitirem não mais
falharei a Amadora. “Reservada” há um ano não me decepcionou.
Mais uma vez iria como fosse possível. Além da dificuldade
do percurso não sabia como iriam reagir as pernas ao esforço das vésperas.
E, uma vez mais, reagiram muito bem. Ou será que foi o fantástico
público “amadorense” constante que não nos permite qualquer facilitismo? Não
falharei por muito se afirmar que, em 10 Km’s de prova, teremos no máximo 500
metros sem público. E público que apoia, muito à imagem do que se passa em
Peniche na Corrida das Fogueiras.
Seja qual for a razão, o que é facto é que consegui manter o
meu ritmo médio no mesmo patamar dos dias anteriores.
Tempo final de 46m46s.
Um reparo só em relação à organização. O abastecimento encontrava-se
numa única mesa logo após uma curva apertada numa zona rápida no final de uma
descida. Resultado, não abasteci. Quando vi estava do lado contrário da estrada
e a passar pela dita mesa. Lá se foi o abastecimento.
Resumindo, consegui fazer as três provas num bom ritmo
competitivo. Apesar das dificuldades dos percursos acabei todas dentro do
minuto 46, e sem qualquer aparente quebra física.
Apesar de ser por motivos diferentes deixo aqui uma palavra
de apreço à Marta Andrade, ao Tiago Rodrigues e ao Luís Boleto que estiveram
directamente ligados a estes resultados.
E venha um 2014 cheio de coisas boas, saúde, trabalho e muitos
quilómetros.
sábado, 14 de dezembro de 2013
I Meia-Maratona dos Descobrimentos
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| Os Bip-Bip's presentes |
Depois de uma plano de treinos relâmpago de 5 semanas, saído de uma das minhas principais "bíblias" de corrida, que é a página do Carlos Fonseca (atleta que conheci pessoalmente já no final da prova), cheguei a esta meia com o objectivo de baixar a 1h40m.
Depois das fotos e cumprimentos da praxe partimos à hora marcada.
O inicio, apesar do frio e ritmo vivo, foi bem descontraído e só por volta dos 4 Km's engrenei a mudança certa num ritmo bem estável sempre perto dos 4:35 min/Km. Para isso contribuiu também a companhia do Vitório que seria a minha "sombra" toda a prova.
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| Com o Vitório já perto da meta |
Até aos últimos quilómetros pouco se passou. A única preocupação era manter o ritmo estável.
Já perto da estação da CP de Belém, à entrada dos últimos dois quilómetros, o Vitório abriu a passada e eu acompanhei como pude e como ele quis. Apesar do "forcing" sabia que o objectivo já estava alcançado.
Entrámos bem no acesso à meta e até deu para quase pararmos antes da linha de meta para apreciar o relógio. O tempo oficial estava ainda na 1h39m.
Depois de um cumprimento sentido cortámos a meta. O meu chip marcou 1h37m48s a uma média de 4:39 min/Km e um novo PBT na distância.
Os treinos específicos estão a fazer-me chegar onde até à pouco tempo só podia sonhar. Claro que vou continuar, sabendo que haverá um limite e que já não deve estar longe.
Quanto à organização, apesar de não ser perfeita, não detectei falhas de maior. Mas como sabem eu não sou difícil de agradar.
Podem ver as fotos Bip-Bip Runners aqui.
Agora venham as S. Silvestres, Lisboa e Amadora, para acabar o ano em beleza.
Boas corridas!!!
domingo, 1 de dezembro de 2013
Corrida do Sporting 2013
Quando nada o fazia prever surgiu um convite para ocupar um lugar vago na Corrida do Sporting.
Apesar de Benfiquista confesso já há muito que tinha vontade de fazer a corrida do clube rival só que, por várias razões, ainda não tinha surgido a oportunidade. E foi desta.
Com a Meia-Maratona dos Descobrimentos já na próxima semana e, conhecendo-me eu como conheço, ofereci-me para acompanhar o Pedro, nesta altura com uma condição física inferior à minha. Seria a minha "paga" pela oferta do dorsal e assim seria "obrigado" a manter um ritmo calmo. Tempos é na próxima semana. E assim foi.
Num percurso aparente fácil e apesar do começo vivo na companhia inesperada do Miguel Quintanilha, naturalmente o ritmo foi baixando para perto dos 5:30 min/Km. Seria a média na maior parte do percurso.
Já sem o Miguel fomos rolando até ao retorno aos 5 Km. Depois desta zona de maior dificuldade onde se subia a Av. Fontes Pereira de Melo voltámos ao ritmo normal que se iria manter até ao último quilometro.
Na chegada ás imediações do Estádio de Alvalade aumentámos o ritmo para um final mais rápido.
Terminámos como começámos, juntos, com um tempo de chip de 53m07s.
Para mim, apesar de mais curto que o previsto, acabou por ser um bom treino.
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| Com o Pedro já no final. |
Quanto à organização, no meu ponto de vista tem alguns pontos a melhorar.
Fiquei surpreso quando, numa alteração de nome à última da hora, vejo-me com direito a pulseira sub-50. Depois vim a saber que as pulseiras eram quase a pedido, sem qualquer comprovativo. Já perceberam o que aconteceu, certo?
O afunilamento inicial logo após a partida, que obriga mesmo à paragem, já devia ter sido alterado. É uma falha já cometida no passado.
O abastecimento era abundante mas estava colocado maioritariamente no centro da via num percurso ida-e-volta. Apesar do sentido do abastecimento ser já na volta muitos já estavam a abastecer na ida. Até aqui tudo bem não fosse o facto dos srs. do abastecimento terem que dar atenção a quem queria já ali uma garrafa de água e descurassem que estava no sentido real para abastecer. Será que essas pessoas não aguentavam mais 200m ou 300m sem água? Apesar de ser uma questão de principio e respeito (tal como as pulseiras) acho que se resolvia facilmente colocando os abastecimentos na berma do sentido correcto.
E, por fim, o ponto alto da prova que é a meta no interior do estádio, em função dos preparativos para o jogo de futebol, este ano foi alterada para a mesma zona da partida. Acho que numa prova deste tipo em que o factor clubistico prevalece, não seria problemático agendar a prova para outra altura. A afluência seria a mesma.
Também achei demasiado tempo a espera após cruzarmos a meta. Com o frio que estava valeu-nos o calor humano... e a maçã também soube bem.
De resto tudo dentro da normalidade, achei uma prova engraçada, bem animada, e com gente bem simpática.
Tenho que voltar, principalmente para acabar no interior do estádio.
Boas corridas...
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